White Tiger Tantra

09 de outubro de 2021

Somente para Homens

White Tiger Tantra para Homens é a possibilidade de você  alem  de assistir a uma massagem completa em uma modelo, ter a oportunidade de se empoderar, de vivenciar cinco meditações sobre as divindades indianas;
Brahma; O criador do universo
O primeiro a aparecer, pois ele é o criador de tudo o que existe. Ao abrir os olhos e mirar o vazio potencial, de maneira espontânea e incausada ele sente a necessidade de criar, e então o Universo, o tempo, os elementos e todo o resto são criados.
Brahma é a primeira energia potencial, ele é o desejo intrínseco e incausado de que haja manifestação após o período de inatividade Universal. Brahma tem tanto livre-arbítrio de desejar criar, quanto uma semente tem de dar origem a uma árvore. É de sua natureza e ocorre de maneira espontânea. A cada nova criação, alterações são feitas, o que dá origem a novos Universos muito parecidos, mas com pequenas diferenças, que causam histórias totalmente diferentes (Nesse aspecto trabalharemos o potencial de criação de nós Homens). O poder de despertar nossos Chakras para a criação e realização de tudo o que nos deixa bem e feliz.
Vishnu; O mantenedor do Universo
Vishnu disse a Brama: “Eu cuido da tua obra e velarei por ela dia após dia” – Ele é quem cuida da manutenção e preservação do UnShiva não faziverso. Ele é principalmente conhecido pelos seus avatares que são manifestados de tempo em tempos no nosso Planeta. Os seus avatares mais famosos são: Matsya, Rama, Buda e Krishna. Segundo a mitologia, Vishnu já encarnou em nosso planeta 9 vezes, faltando apenas uma última vez.
Sempre que forças malignas ameaçam a ordem do nosso Planeta, Vishnu envia sua forma encarnada para restabelecer a ordem.
Vishnu é esmagadoramente adorado pelos seus seguidores e as vezes considerado até mais importante que Brahma, pois é de seu umbigo que Brahma surge e dá inicio a um novo ciclo de criação (Tudo é interconectado num eterno presente de Brahma).
Shiva, o destruidor
O título de Shiva não faz jus a sua verdadeira natureza. Algumas pessoas podem encarar o título de destruidor como se fosse algo ruim, mas na verdade Shiva é quem mantem o Universo em constante renovação. É necessário remover algo antigo para algo novo possa ser criado. E esta é a sua função.
É Shiva que faz com que a passagem do tempo, por exemplo, seja possível, pois sem a destruição do momento presente transformando-o em passado, não seria possível a criação do futuro. Shiva mantém as energias do Universo em constante mudança e movimento. Dizem que enquanto Shiva dança batendo seu tambor, o Universo permanece em uma constante transformação, sempre completamente destruído e reconstruído em uma fração de um mínimo de tempo inimaginável, e sempre que Shiva para por um instante para afinar o seu tambor, tudo deixa de existir, mas logo em seguida volta a existir exatamente de onde havia parado, quando Shiva recomeça.
Lembrando que Shiva só pode destruir o que é passível de ser destruído: Brahma, por exemplo, é Absoluto e anterior a Shiva, portanto este não pode ser afetado.
Shiva é muitas vezes retratado coberto de cinza de piras funerárias e retratado em locais de concentração de pessoas mortas, por conta do seu poder de destruição e renovação. Sem Shiva, estariamos em um eterno estado de Tamas (inércia).
Ganesha:  faz parte da família de deuses mais populares do Hinduísmo, sendo o filho mais velho de Shiva e Parvati.
Ganesha representa a boa sorte e a prosperidade, além de eliminar os obstáculos, abrindo caminhos aos adeptos. Ganesha promove a boa sorte, a positividade, a prosperidade individual e familiar, a compaixão, a força e remove a dor, trazendo equilíbrio.
Nessa pratica exploraremos questões de poder, prosperidade e de não referência ao criador. Não somos tementes a Deus e sim amamos a Deus. Sem medo, sem distorções e principalmente com amor. Riscando aquele Deus que pintam por ai que é mal, que é imperador, que castiga e pune.. somente o divino sem ensinamentos cultural, política e religiosa.
Hanuman:
Segundo o Ramayana, Hanuman é a encarnação de Shiva, que havia se manifestado na Terra durante o período de Rama, uma das encarnações de Vishnu, para auxiliá-lo em suas tarefas.
Hanumam se manifestou como um vanara (símio humanóide) e ministro do rei dos vanaras, tendo sido um dos grandes heróis da epopéia descrita no Ramayana. Foi ele o responsável pela descoberta do cativeiro de Sita em Lanka, pelo incêndio da cidade e pela aniquilação de diversos importantes raxasas da tribo de Ravana.
O Ramayana não é o único texto da literatura védica que menciona Hanuman. Há também o “Hanuman Chalisa” e o “Mahabharata”.
De acordo com esses textos, Hanuman é o filho do Deus do vento (Vayú), e um avatar (encarnação) de Shiva, cuja tarefa é auxiliar o rei Ramachandra a derrotar o deus-demônio Ravana. Hanuman também é chamado de Anjaneya, em alusão à Vanari Anjana, que é sua mãe.
Quando o Rei macaco Sugriva é expulso do reino de Kishkind pelo seu irmão Vali, Hanuman ajuda Sugriva a se esconder e eventualmente derrotar Vali, com a ajuda de Rama e Lakshmana.
Em troca da ajuda dos dois príncipes Sugriva deveria ajudá-los a resgatar Sita Devi, então prisioneira de Ravana. Porém Sugriva esquece-se de sua promessa, mas Hanuman ajuda Lakshmana a convencê-lo a lutar ao lado de Rama.
Na guerra, Hanuman exibe poderes (sidhis), podendo voar e mudar de tamanho. No decorrer da batalha, Rama e Lakshmana são aprisionados por Ahiravana, um tio de Ravana. Para resgatá-los Hanuman enfrenta o Raxasa, o qual só pode ser derrotado se cinco fogueiras forem apagadas simultaneamente. Para conseguir isto, Hanuman assume uma forma de cinco cabeças:
– Sri Hanuman, a sua cabeça de macaco normal.
– Sri Garuda, a cabeça de águia. Alusão à montaria de Vishnu.
– Sri Varaha, a cabeça de javali. Representa a terceira encarnação de Vishnu.
– Sri Narasimha, a cabeça de leão. Representa a quarta encarnação de Vishnu.
– Sri Hayagriva, a cabeça de cavalo. Representa outro avatar.
Outro momento importante da história é quando Lakshmana é ferido em combate. Para salvá-lo, Hanuman carrega a montanha “Dronagiri” até o campo de batalha, para que os macacos retirem dela as ervas necessárias para salvar Lakshmana.
Mesmo depois que Rama morre, Hanuman permanece na terra como um imortal. No “Mahabharata” ele aparece para testar a humildade de Bhima (irmão do meio de Yuddhishtira e Arjuna.), e eventualmente Krishna obriga Hanuman a servir Arjuna na guerra.
Por isso Hanuman seria uma das duas pessoas que teriam ouvido o “Bhagavad-Gita” além de Arjuna (a outra é Sanjaya). Para os Hindús, Rama e Krishna são o Deus Vishnu encarnado em diferentes épocas, por isso Hanuman representa o devoto (Bhakta) ideal. Simboliza também Tapas, (sacrifício), e Brahmacharya, (castidade).
Na comunidade hindu ele é cultuado como encarnação de Shiva, e reverenciado por sua devoção a Rama. Na astrologia Hindú é dito que a meditação sobre o nome ou a figura de Hanuman afasta os malefícios trazidos por Shani (Saturno).
Nesse workshop não tem nudez entre os participantes e a massagem é somente por demonstração em uma modelo seguida de uma apostila digital com todas as manobras ensinadas.

 

Próxima data: 9 de outubro de 2021 em São Paulo somente para Homens.

Investimento: R$500,00, sendo R$200,00 de inscrição e o restante em 6x de R$50,00

Informações e Inscrições contato@tantralotus.com.br

 

Daniel Carletti (11) 98484-0018

@daniel_tantralotus

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